Criança Gênio da Russia diz que a esfinge egípcia contem a chave que mudara toda a vida na Terra

28/11/2017 10:18

Ele acrescentou que existe um mecanismo de abertura que está por trás da orelha da esfinge. Ele disse: "A vida humana mudará quando a Esfinge for aberta, tem um mecanismo de abertura em algum lugar atrás da orelha, eu não lembro exatamente onde".

 
 
Boriska — ou “Pequeno Boris”, em russo —, hoje com 20 anos de idade, ganhou notoriedade quando ainda era criancinha e começou a contar ao mundo sobre suas experiências em vidas passadas, a respeito do antigo continente perdido de Lemúria e sobre o destino da civilização de Marte.
 

Menino prodígio

 
De acordo com a mãe do garoto, uma médica chamada Nadezhda Kipriyanovich, o parto de Boriska foi incrivelmente rápido e ela sequer chegou a sentir dor. Além disso, logo que colocaram o bebê em seus braços, Nadezhda notou que o pequenino a encarava atentamente, coisa que ela, como médica, sabia que os recém-nascidos não conseguem fazer.
 
Ainda segundo a mãe do menino, Boriska raramente chorava, já tinha o pescocinho firme aos 15 dias de vida e pronunciou sua primeira palavra aos 4 meses. Boriska começou a falar vocábulos mais complexos pouco tempo depois e, aos 7 meses, já formava frases. Com 1 ano e meio, ele já conseguia ler e, quando fez 2 anos e começou a ir à escolinha, assombrou todo mundo por lá com a sua precocidade e inteligência.
 
Os estranhos relatos sobre vidas passadas, continentes perdidos, civilizações extraterrestres e viagens intergalácticas começaram mais ou menos nessa época também — e, evidentemente, assustaram um pouco os pais do menino. Afinal, quantas crianças de pouco mais de 2 anos você conhece que sabem nomear todos os planetas do Sistema Solar, incluindo os principais satélites, e as várias galáxias que se encontram próximas à nossa?
 
Detalhe: segundo a mãe de Boriska, nem ela nem o pai do garoto falavam sobre esses assuntos em casa, portanto eles não fazem ideia de onde ele tirava tanto conhecimento. E tem mais: Boriska geralmente adotava a posição de lótus — bem comum entre aqueles que praticam a meditação — quando falava sobre o tema
 
Aos 5 anos de idade, Boriska começou a contar histórias a respeito de um planeta chamado Proserpina. Segundo o menino, esse mundo distante teria sido completamente destruído há milhares — ou talvez milhões — de anos após um raio de energia parti-lo ao meio; porém, por sorte, os proserpinianos foram teleportados até a quinta dimensão. O garoto sabia disso porque havia observado a catástrofe acontecendo de Marte.
 
Mais tarde, Boriska começou a contar que costumava viver em Marte, na época em que o planeta ainda era habitável, e que visitava a Terra com frequência em missões científicas — aliás, era ele quem pilotava a nave. Segundo o garoto, então, o nosso planeta contava com um único continente habitado, Lemúria, e ele servia de lar para os lemurianos, uma civilização composta por seres com mais de 9 metros de altura.
 
Esse continente teria se fragmentado e sido engolido pelo oceano depois de uma série de montanhas explodirem na superfície há cerca de 800 mil anos, levando ao desaparecimento dos lemurianos e de sua terra. Segundo Boriska, a civilização que vivia em Marte também quase desapareceu por completo quando o planeta perdeu sua atmosfera e água.
 
Conforme dizia, Marte era habitado por pessoas muito parecidas com os terráqueos atuais, mas uma guerra nuclear acabou devastando o Planeta Vermelho completamente. Entretanto, alguns marcianos se salvaram, e hoje vivem em cidades que foram construídas sob a superfície — onde tiveram que se adaptar para respirar principalmente dióxido de carbono.
 
Aliás, segundo Boriska, os marcianos não envelhecem nunca, “congelando” no tempo quando atingem idades entre os 30 e 35 anos — o que não ocorre aqui na Terra por causa do oxigênio, que provoca o nosso envelhecimento. Ele também contou o motivo de tantas sondas espaciais terem se acidentado ao se aproximar do solo marciano: as baterias desses equipamentos emitem radiação e, portanto, estações espaciais que existem no planeta emitem sinais para danificá-los.
 
 
 
E falando em naves, o menino também chegou a descrever com detalhes a nave que ele pilotava em suas viagens. Composta por uma série de camadas de materiais diferentes — como metais, borracha e elementos com propriedades magnéticas —, a espaçonave viajava através de várias dimensões para chegar mais depressa ao seu destino.
 

Mais lembranças estelares

 
Segundo Boriska, ele era piloto de uma nave de pesquisas científicas e disse que vinha à Terra com frequência coletar água quando o líquido começou a desaparecer no Planeta Vermelho. Ele também contou que os marcianos eram capazes de viajar por todo o Sistema Solar e que mantinham bases espaciais em vários planetas e em algumas de suas luas. Além de viajar com frequência à Terra, Boriska pilotava muito até Saturno.
 
Entretanto, Boriska era responsável mesmo por Júpiter — e ele participava de um projeto no qual os marcianos pretendiam criar um segundo Sol no Sistema Solar a partir desse planeta. O projeto acabou sendo cancelado porque não havia nas nossas redondezas a incrível quantidade de massa necessária para isso.
 
Boriska dizia se lembrar da época da construção das pirâmides do Egito e afirmou que não vamos achar nenhum conhecimento dos antigos egípcios enterrado sob a Pirâmide de Quéops. Segundo ele, o conhecimento se encontra sob outra pirâmide, uma que ainda não foi descoberta, e as vidas dos humanos mudarão quando a Esfinge for aberta — por meio de um mecanismo atrás de uma das orelhas da estrutura.
 
O caso chamou bastante a atenção de especialistas e cientistas da Academia Russa de Ciências, assim como a de pesquisadores de outras partes do mundo. Todos os que tiveram a oportunidade de conversar com o menino se disseram assombrados por seu conhecimento e vocabulário — e nunca negaram que as histórias de Boriska podiam ser fruto de sua imaginação.
 
Entretanto, os pais do garoto garantiram que jamais ensinaram essas coisas todas ao filho, e o próprio Boriska disse que nunca teve aulas de astrofísica na escola.